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    Home » Guerra expõe Irã como tigre de papel militar e eleva risco
    Política

    Guerra expõe Irã como tigre de papel militar e eleva risco

    JornalismoPor Jornalismojunho 23, 20255 Minutos
    A imagem mostra uma vista noturna de uma cidade, onde arranha-céus iluminados se destacam contra o céu escuro. No céu, há várias trajetórias de luz, possivelmente de foguetes ou mísseis, que criam um efeito visual dinâmico. As nuvens estão presentes, e a cena transmite uma sensação de atividade intensa.
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    Em uma semana de guerra aérea com Israel, o Irã viu sua imagem de inimigo temível no Oriente Médio transmutar-se na do proverbial tigre de papel militar. Sua força de mísseis balísticos mostra sinais de esgotamento em atrito de alta intensidade, o que eleva na prática os riscos do conflito.

    Israel, por sua vez, surpreendeu com a audácia de seu ataque ao rival, mas ele tem limites determinados pela dependência do Estado judeu do acesso a armamento e apoio de Washington.

    Este é um resumo do quadro atual do conflito, refletindo no geral o que se ouve e lê na praça dos analistas militares, independentemente da visão que tenham das motivações de lado a lado.

    O que mais surpreendeu o especialista em tecnologia de mísseis e drones do britânico IISS (Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, na sigla inglesa), Fabian Hinz, foi a rapidez da deterioração das capacidades do Irã.

    “Apesar de esforços substanciais para reforçar suas defesas aéreas, o país sempre contou de forma primária na dissuasão por meio da ameaça crível de retaliação significativa. Na ausência de uma Força Aérea efetiva, os mísseis serviam como o instrumento disso”, escreveu em uma análise sobre a crise.

    Com efeito, levou dois dias para Israel decretar superioridade nos céus sobre o rival, usando o espaço aéreo de países impotentes, a devastada Síria e o manietado Iraque, como atalho. A bateria remanescente do sistema russo S-300, melhor chance de defesa de Teerã, havia sido destruída na troca de fogo pontual do ano passado com Tel Aviv.

    No primeiro momento, as forças de Ali Khamenei mostraram musculatura e levaram terror com uma salva de talvez 200 mísseis —de resto, menos intensa do que a ação de outubro de 2024. De lá para cá, foram disparados segundo Israel outros 250 mísseis, cada vez mais parcelados.

    “O Irã simulou a construção de uma força de alta tecnologia, mas nunca teve capacidade para tal. Seus mísseis são no geral arcaicos e, quando enfrentaram uma força moderna, fracassaram”, disse à Folha Ruslan Pukhov, diretor do Centro de Análise de Tecnologias e Estratégicas, de Moscou.

    Insuspeito de falar por uma ótica ocidental, até porque a Rússia é aliada do Irã, Pukhov é direto. “Desde o começo da guerra, o Irã mostrou ser um tigre de papel”, afirmou. Num conflito separado por mais de mil km de distância, o maior efetivo e forças terrestres iranianas, de resto equipadas de forma obsoleta, são inúteis.

    Israel contava cerca de 2.000 mísseis iranianos com capacidade de atingir o Estado judeu antes do conflito, e uma reposição de 50 armas por mês. O ritmo pausado agora pode também insinuar uma economia para o prolongamento da guerra, até porque os EUA deram duas semanas para decidir o que farão.

    Isso aumenta, de forma paradoxal, o risco para Israel. Na quinta (19), edifícios e um hospital foram atingidos por mísseis com cargas de fragmentação, os chamados “cluster”. A ogiva explode a cerca de 7 km de altitude e espalha minibombas por 8 km de raio no chão.

    Se for interceptado, o míssil com esse tipo de munição pode espalhar sua carga mortífera por grandes áreas, e muitas vezes não explode de cara, permanecendo como ameaça. Nem Israel, que usou essas armas contra Gaza para demolir quarteirões, nem o Irã são signatários do acordo que as veta.

    Além da eventual vontade de aumentar a conta em sangue do ataque israelense, o Irã pode ampliar a guerra, fechando o vital Estreito de Hormuz ou atacando alguma das bases mais vulneráveis dos EUA na região. O problema disso é convidar a obliteração do regime pela ação ora hesitante de Donald Trump, que tem poder de fogo inigualável.

    Do lado israelense, a boa fortuna militar da primeira semana tem um preço, que é a dependência do fluxo desimpedido de armas americanas para seu arsenal —seja para a ofensiva nos céus do Irã, seja para se defender em casa.

    Até aqui, Tel Aviv disse ter falhado em interceptar 50 dos 450 mísseis lançados contra si, e parece ter abatido todos os 400 drones disparados. Mas essa eficácia decorre do gasto de seu estoque de mísseis antiaéreos de baixa altitude, do Domo de Ferro, e de armas de longo alcance do sistema Flecha.

    Novamente, a mãozinha de Washington foi bem-vinda: desde o acirramento regional da guerra disparada pelo ataque terrorista do Hamas palestino, aliado do Irã, em 7 de outubro de 2023, os EUA colocaram duas baterias de alta altitude THAAD no Estado judeu, além de ter destróieres com sistemas antimíssil Aegis em destróieres nos mares Vermelho e Mediterrâneo.

    A debacle militar iraniana, que não significa derrota política pois os caminhos são diversos e guerras têm poder também de galvanizar países, passa também pela ação do Hamas. Sem ela, Israel não teria obliterado as capacidades dos palestinos em Gaza e desmantelado o Hezbollah, principal força auxiliar iraniana, no Líbano.

    De quebra, os turcos ajudaram radicais islâmicos a derrubar regime pró-Irã de Bashar al-Assad, principal centro de articulação da estratégia de defesa em camadas de Teerã. Israel ocupou uma faixa do sul sírio, para poucas queixas em Damasco.

    Tudo isso aumentou a segurança de Binyamin Netanyahu em fazer o que parecia impossível, atacar Teerã sem aviões americanos ao lado dos seus. Como é uma guerra, tudo pode ainda mudar: a pressão pode aumentar a resiliência persa, uma grande mortandade em Israel azedar o apoio popular à guerra.

    Do ponto de vista puramente militar, como Hinz definiu, “a estratégia do Irã fracassou”.

    Fonte Matéria

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